O Inter de Milão confirmou hoje a contratação do zagueiro Diego Godín por 3 anos.
Godín é Uruguaio e ex-jogador do Atlético de Madrid.
O jogados já havia falado em deixar o clube quando seu contrato de 9 anos expirasse em Junho.
Fonte: Reuters
O Inter de Milão confirmou hoje a contratação do zagueiro Diego Godín por 3 anos.
Godín é Uruguaio e ex-jogador do Atlético de Madrid.
O jogados já havia falado em deixar o clube quando seu contrato de 9 anos expirasse em Junho.
Fonte: Reuters
Durante as Olimpíadas, este lugar vai receber mais de 120 mil pessoas por dia. Depois, os equipamentos que forem construídos temporariamente se transformarão em creches, escolas e clínicas.
Sobre o Projeto
Palco de 16 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas, o Parque Olímpico toma forma em um terreno de 1,18 milhões de metros quadrados onde antes funcionava o autódromo de Jacarepaguá. Durante os Jogos, serão construídas instalações temporárias para a disputa de algumas competições como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (CPM); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.
Coração dos Jogos de 2016, o Parque Olímpico segue em avançado processo de obras. No terreno de 1,18 milhão de metros quadrados na Barra da Tijuca, onde antes existia o autódromo, instalações que receberão competições de judô, basquete, tênis e ciclismo, entre outras provas, começam a tomar forma seguindo padrões internacionais estabelecidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O Parque Olímpico vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas. Esta torcida, formada por brasileiros e turistas internacionais, poderá conferir competições de 14 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas. As primeiras serão basquetebol, judô, taekwondo, luta-livre, luta greco-romana, handebol, tênis, ciclismo (pista), polo aquático, natação, nado sincronizado, ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim. Já as paralímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.
Após os Jogos, a arena de handball será transformada em quatro escolas municipais e o centro aquático terá piscinas que serão transferidas para outros locais.

Um dos maiores benefícios pós-Jogos, o Complexo Esportivo de Deodoro vai sediar 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas e será palco das competições de Hipismo (Salto, Adestramento e CCE), Ciclismo (BMX e Mountain Bike), Pentatlo Moderno, Tiro Esportivo, Canoagem Slalom, Hóquei sobre Grama, Rúgbi e Basquete. Já as paraolímpicas serão Tiro Esportivo, Hipismo (Adestramento), Esgrima em Cadeira de Rodas e Futebol de 7.
Moradores de bairros como Ricardo de Albuquerque, Deodoro e Magalhães Bastos vão ganhar o segundo maior parque da cidade, atrás apenas do Aterro do Flamengo. Batizado de Parque Radical, o espaço compreende a área onde serão realizadas as provas de Canoagem Slalom e Ciclismo BMX. Neste verão, a parte aquática das instalações foi aberta ao público e, após os Jogos, todo o espaço ficará à disposição das pessoas.
Devolver a Região Portuária à população, com ruas revitalizadas, novos equipamentos culturais, maior integração entre meios de transporte e espaços para o pedestre. Um dos maiores projetos da cidade, a operação Porto Maravilha vem, desde 2009, requalificando uma das mais importantes áreas da cidade.
As transformações vão desde a demolição do Elevado da Perimetral, um dos maiores símbolos de uma cidade voltada para carros e que durante anos contribuiu para a degradação da região, passando pelo surgimento de novos pilares culturais, como o Museu do Amanhã e Museu de Arte do Rio (MAR), até a construção de um boulevard para pedestres em plena Avenida Rodrigues Alves.
A abertura de novas casas noturnas, bares e restaurantes também é o reflexo dessa retomada, que permitiu que o Rio voltasse a reencontrar, novamente, o mar.
Com o objetivo de mostrar a boa saúde de suas finanças, a Prefeitura do Rio apresentou na manhã desta terça-feira o balanço de suas contas e a dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Do total de instalações previstas para a realização da maior competição esportiva do planeta, 93% delas é de responsabilidade da Prefeitura. A exceção são os gastos com energia elétrica. Tirando o Velódromo, todas estão 100% concluídas e já foram entregues. Dos R$ 7,07 bilhões previstos na Matriz de Responsabilidade dos Jogos gastos na construção das instalações, 70,3% foi viabilizado pela Prefeitura e a maior parte destes recursos veio através de parcerias com a iniciativa privada, as chamadas PPPs. Dos cofres municipais saíram R$ 732 milhões para estádios, o que equivale a cerca de 1% dos R$ 65 bilhões investidos pelo município em educação e saúde entre 2009 e 2016.
Uma das principais marcas dos Jogos Rio 2016 é o investimento em legado. Do orçamento total, que é de R$ 39,7 bilhões, 57% vem da iniciativa privada, sendo que 2/3 deste valor vem sendo investido em projetos que ficarão para a cidade, como a revitalização da Região Portuária, os mais de 150km de BRTs e VLTs, 170 novas unidades de saúde, 305 novas escolas, além de 635 mil pessoas beneficiadas com obras de urbanização em comunidades.
Outra marca dos Jogos Rio 2016 é o conceito de que eles devem servir à cidade e não o contrário. Por isso, as instalações olímpicas foram construídas com foco na funcionalidade e simplicidade, sem deixar “elefantes brancos” para o Rio após o término das competições. Um grande exemplo é a Arena do Futuro, no Parque olímpico. Construída com arquitetura nômade, será desmontada logo após os Jogos e transformada em quatro escolas da rede municipal de ensino.
Rio x Londres – os números dos Jogos
Diferentemente de Londres, que sediou os Jogos em 2012, o Rio sempre demonstrou preocupação em evitar gastos desnecessários na realização das Olimpíadas. Enquanto a capital inglesa gastou mais de R$ 50 bilhões apenas com estádios + comitê organizador, o Rio gastou cerca de R$ 14 bi com todo o projeto olímpico, incluindo o amplo legado que será deixado para a cidade.
Somente o estádio olímpico londrino custou R$ 3,5 bilhões. Esse valor equivale, no Rio, à soma de todas as obras do Parque Olímpico, do Complexo Esportivo de Deodoro, do campo de Golfe e da adaptação do Estádio Olímpico (Engenhão).
Além disso, apenas 20% dos investimentos com os Jogos de Londres vieram da iniciativa privada, enquanto no Rio esse número é de 80%.
Grau de investimento
Em maio deste ano, a agência Moody’s ressaltou, em comunicado específico sobre os Jogos, os benefícios trazidos pelo evento e como a preparação olímpica da cidade tem sido “bem realizada, respeitando prazos e orçamento”.
No coração da Zona Norte, o terceiro maior parque da cidade. Em Madureira, cariocas de todas as regiões e idades se encontram em um ambiente que reúne música, lazer, diversão e entretenimento. Com mais de 90 mil metros quadrados, o Parque Madureira foi inaugurado em 2012 e, desde então, se transformou no principal point da região, atraindo a turma do samba, do skate, do hip hop, do charme, além de famílias e amigos que utilizam o espaço para praticar atividades físicas, para caminhar, se encontrar ou simplesmente contemplar a beleza do local.
Equipado com quadras poliesportivas de futebol e tênis de mesa, ciclovia e a melhor pista de skate do país, o Parque Madureira ganhou uma Arena Carioca batizada de Fernando Torres, ampliando ainda mais o espaço para apresentações culturais, ao lado da Praça do Samba, que já recebeu artistas internacionais, como o cantor Billy Paul. Os jovens que frequentam o parque têm à sua disposição a Praça do Conhecimento, que oferece cursos em diferentes áreas, além de computadores com acesso à internet.
O Parque Madureira ganhou mais um quilômetro no Dia das Crianças, 12 de outubro. O espaço, que oferece atividades voltadas para esporte, lazer e cultura, agora tem Praia Artificial, quadras de Futebol e Basquete de Rua, Academia Carioca e mais espaço de brincadeiras para as crianças.
Em breve, o Parque será ainda maior, graças às obras de expansão, que vão levá-lo até a Avenida Brasil, cortando, assim, oito bairros. O local ganhará uma pista de esqui artificial, ciclovia, muros de escalada, pista half pipe para skatistas e muito mais!
Misto de área de lazer e escolinhas para prática esportiva, o Parque dos Atletas foi o primeiro equipamento olímpico a ser entregue à população. Aberto ao público e totalmente gratuito, possui quadras de basquete, futebol, vôlei, handebol, tênis e ciclovia, incentivando a prática esportiva. Também possui caráter cultural, servindo como palco para shows de artistas internacionais como Madonna e Lady Gaga, além de sediar, desde 2011, as edições do Rock in Rio.
Durante os Jogos de 2016, o Parque será utilizado como área de lazer para os atletas que estiverem hospedados na Vila dos Atletas e competindo no Parque Olímpico. Após o evento, será devolvido para uso da população.
País-sede da Copa do Mundo 2014 há 62 meses, o Brasil ainda tropeça nos projetos dos 13 aeroportos que serão utilizados durante a competição. A apenas 17 meses do evento, sete obras previstas pelo governo ainda não começaram.
Uma delas, a ampliação da pista de pouso e decolagem do aeroporto de Porto Alegre, foi recentemente excluída da lista dos 30 projetos aeroportuários que mostra a nova Matriz de Responsabilidades, divulgada pelo Ministério do Esporte no final de 2012.
Das obras não iniciadas, apenas uma está na fase de projetos: também na capital gaúcha, relativa à reforma e ampliação do terminal de passageiros do aeroporto Salgado Filho. Cinco estão com o processo licitatório em andamento: duas obras de Confins (Belo Horizonte), além de um projeto em Curitiba, Recife e Salvador cada.
Nesta semana, a Infraero homologou a licitação para a ampliação da pista e no sistema de pátio do aeroporto de Confins, no valor de R$ 199 milhões. O mesmo procedimento ocorreu em relação às obras do terminal do aeroporto Dep. Luís Eduardo Magalhães, em Salvador.
Já nas capitais do Paraná e de Pernambuco os processos estão praticamente concluídos. Em Curitiba ocorrerá a ampliação do terminal de passageiros e do sistema viário, enquanto no Recife será construída uma nova torre de controle.
As obras, segundo o cronograma divulgado pela Infraero em março de 2010, teriam início em abril de 2010 e maio de 2011, respectivamente. Em Porto Alegre, os trabalhos no aeroporto serão concluídos apenas em maio de 2014, a um mês da Copa do Mundo.
Em andamento
Dos 30 projetos de construção e/ou reforma de aeroportos para o Mundial, 14 estão em andamento. Ao todo, são oito terminais em obras: Belo Horizonte, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Rio de Janeiro e São Paulo (Cumbica e Viracopos). No caso do Rio, os dois terminais do aeroporto do Galeão estão em reforma.
Mais nove obras foram concluídas pela Infraero, com quatro MOPs (Módulo Operacional Provisório): em Brasília, Cuiabá, Porto Alegre e São Paulo (Viracopos). Na capital federal, a estatal finalizou a reforma no corpo central do aeroporto Juscelino Kubitschek. Em Curitiba, foram concluídos os trabalhos na pista de pouso e decolagem.
Em Cumbica, a Infraero concluiu a ampliação do sistema de pistas, além da implantação do terminal de passageiros 4 e a terraplanagem do terminal de passageiros 3. O aeroporto paulista, assim como o Juscelino Kubitschek e Viracopos, foi concedido à iniciativa privada. Nos três casos, os consórcios vencedores do leilão estão à frente das obras do terminais.
No total, os 13 aeroportos da Copa receberão investimento de R$ 6,8 bilhões, sendo R$ 3,16 bilhões da Infraero e R$ 3,64 bilhões da iniciativa privada.